24.9.16

‘O cristão e a política’ na íntegra; Pr. Silas Malafaia comenta


Imagem: DivulgaçãoEm sua mensagem O cristão é a política, o pastor Silas Malafaia baseia sua reflexão nos textos de Mateus 22:21 e Romanos 13:7.
“Falar sobre esse tema para muitos é indigesto, incômodo, mas eu tenho aprendido que a Bíblia não me fala apenas de assuntos que eu gosto, mas que eu preciso. Quem come só o que gosta, acaba tendo problemas. Por isso é necessário comer o que se precisa!”, disse o pastor.
Ele também desafia o telespectador a ouvir essa mensagem sem preconceito.”Esse é o jogo dos que falam toda hora em preconceito, pois a própria Palavra (de Deus) é preconceito para eles e eles não querem ouvir opinião contrária”.
O pastor também destaca a importância de buscar informação, conhecimento, ouvir tudo, porém sempre duvidando, criticando e determinando. Ele explica: “Duvidar é não aceitar de pronto, criticar é analisar o que está sendo falado e determinar é: recebo tudo, num recebo nada, recebo parte e rejeito parte”.
Ao comentar os textos base de sua pregação, o pastor Silas destaque a resposta de Jesus aos fariseus em relação ao poder político, afirmando que “dar a Cesár o que é de César, e a Deus o que é de Deus” é uma chamada a cada cristão para cumprir sua função de cidadão terreno e celestial.
Sobre o texto de Romanos, o pastor Silas diz que o apóstolo Paulo fala sobre as obrigações da cidadania terrena: ‘a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto’. “O mesmo Paulo que fala das obrigações terrenas, é o mesmo Paulo que fala dos direitos da cidadania terrena (Atos 16:35 ao 40), quando ele é injustamente posto na cadeia”.
Em sua reflexão, o pastor Silas fala que buscar o Reino de Deus é prioridade na vida do cristão, porém o mesmo não deve desprezar ou ignorar o que é secundário. “Se queremos implantar o Reino de Deus na Terra, como podemos nos alienar da vida social?”, questiona.
Equívocos cristãos sobre a política também forma abordados. Afirmar que ‘política é do diabo’ é um erro (Romanos 13: 2 e 7). Assim como: ‘o mundo não tem nada para nós’ (Salmos 115:16). “O sistema que Satanás domina não tem nada para nós, mas o que está no planeta Terra é para ser conquistado, seja político ou não” (Gênese 1:27, Salmos 115:16).
O pastor Silas ainda esclarece sobre a laicidade da política, da contribuição do cristianismo e a Reforma Protestante para o Ocidente e para o mundo, sistema eleitoral entre outros pontos.
Fonte: Verdade Gospel.




Dep. Sóstenes repudia decisão de colégio carioca; saiba o motivo

Fonte: Verdade Gospel

29.6.16

UNISUAM e ADVEC juntos pela educação

Uma das vantagens da parceria consiste em
 oferecer bolsas de estudo para os fiéis/conveniados do grupo ADVEC 




A UNISUAM assinará um convênio de Cooperação Técnico-Científica com o grupo do Líder Religioso Silas Malafaia, da Assembléia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), na próxima terça-feira, dia 17/07.

Uma das vantagens do convênio consiste em oferecer bolsas de estudo para os fiéis/conveniados do grupo ADVEC. As porcentagens são de 50% de desconto para Graduação e 20% para Pós-Graduação. Outros benefícios dessa parceria serão anunciados em breve e servirão como incentivo educacional para quem deseja garantir um futuro profissional de sucesso.


Fonte: Portal Unisuam
EBD Lição 13 - Futuro da Criação - Pr. Mateus Bottin - 26.06.2016

Fonte: Advitoriaemcristo

Culto de Celebração 26.06.2016 - Pr. Clézio de Araújo
Fonte: Advitoriaemcristo


Seminário de Aconselhamento - Drª Ilma Cunha
Fonte: Advitoriaemcristo

Culto da Palavra - Pr. Vicente Sabattino
Fonte: Advitoriaemcristo

ADVEC sai na primeira página de um dos jornais mais importantes do mundo.

O jornal Washingtonpost, um dos periódicos mais importantes do mundo, publicou uma matéria sobre a crise brasileira e a contribuição fundamental de influentes líderes evangélicos, principalmente a do pastor Silas Malafaia, para que o governo interino de Michel Temer avance e tire o país do caos econômico, social e também moral em que se encontra. Com o título In Brazil’s political crisis, a powerful new force: Evangelical Christians (Na crise política brasileira há uma nova força: os cristãos evangélicos, numa tradução livre).
Para o jornal, os 13 anos em que o PT esteve no poder foi o suficiente para que Brasil retrocedesse em todas a áreas. E em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, o presidente interino do Brasil Michel Temer precisou buscar forçar e apoio. Segundo a matéria, Temer encontrou nos cristãos evangélicos, que foram um dos grupos mais fortes que atuaram para o fastamento de Dilma, essa força.
A reportagem perguntou ao pastor Silas Malafaia, a quem consideram o principal televangelista do país e um crítico acirrado do governo petista, o motivo de sua oposição. O pastor Silas afirmou que eles queriam controlar o estado e foi enfático, “nós vimos que o comunismo estava no  DNA desse governo!”.
A influência na TV e nas redes sociais do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) também foi destaque na matéria. O jornal chegou a citar que o pastor Silas nunca escondeu seu apoio a Temer e chegou a gravar um vídeo desmentindo a falácia de que o presidente interino fosse um satanista, o que repercutiu e foi reproduzido em diversas mídias do país.
A equipe do Washingtonpost esteve presente em um dos cultos da ADVEC na Penha e pode registrar a pregação, os louvores e entrevistar membros da igreja. Pastor Silas não se intimidou durante sua pregação e foi taxativo em afirmar que a homossexualidade, a prostituição e o aborto são pecado.
Para a jornal, apesar da atual imagem negativa do Brasil no exterior ser, por exemplo, de um país para prostituição e só de Carnaval, os líderes evangélicos insistem em afirmar que o país é sério, tem valores morais definidos e que a política brasileira está começando a refletir isso.
Deixe o seu comentário no facebook e instagram: @advecoficial 
leia a matéria completa em inglês em: https://www.washingtonpost.com/world/the_americas/in-brazils-political-crisis-a-powerful-new-force-evangelical-christians/2016/05/26/5c8b9bdc-1c7d-11e6-82c2-a7dcb313287d_story.html
Fonte: Washingtonpost

27.6.16

Contra a corrupção, modelo de investigação da Lava Jato se dissemina pelo país

Imagem: Divulgação
Para o procurador, Carlos Fernando dos Santos Lima, a Lava-Jato criou uma sistemática de combate à corrupção e ao crime organizado.
Dois meses após o juiz Sérgio Moro ter previsto que os trabalhos da Lava-Jato em Curitiba poderiam ser encerrados até dezembro, a operação volta a tomar corpo, se espalha e mostra fôlego para alcançar governadores e prefeitos. A planilha da Odebrecht, com cerca de 200 nomes e ainda não decifrada, registra repasses desde as eleições municipais de 2012.
Pelo menos R$ 68 milhões trazidos do exterior se transformaram em dinheiro em espécie pelas mãos de doleiros identificados como Kibe e Dragão. Esse dinheiro foi entregue a beneficiários de propina, o que mostra o potencial de danos que a Lava-Jato pode causar no cenário político, incluindo as eleições de 2018.
A transparência dada às apurações da Lava-Jato já serve como modelo de investigações que envolvem homens e dinheiro públicos. E gera filhotes. Pelo menos três novas operações — Cratons, O Recebedor e Custo Brasil — trilham o caminho do dinheiro cujos meandros foram identificados em Curitiba.
Já foram identificados desvios na Ferrovia Norte-Sul, na Integração Leste-Oeste, nas obras do Rio São Francisco e na extração ilegal de diamantes em terras dos índios cinta-larga, cujo dinheiro transitava pela conta de um dos doleiros da Lava-Jato, Carlos Chater.
“É importante que o exemplo de atuação e a tecnologia de investigação que usamos em Curitiba se espalhem e se tornem padrão dentro do Ministério Público; o Federal e o Estadual. É para isso que estamos trabalhando, para que o exemplo da Lava-Jato se torne corriqueiro”,  afirma o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa.
A Custo Brasil foi deflagrada semana passada em São Paulo e levou à prisão Paulo Bernardo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff e marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O juiz Paulo Bueno Azevedo, da 6ª Vara Federal de São Paulo, manteve documentos sob sigilo, mas tornou pública a razão das prisões.
Em despacho, Azevedo disse que a democracia não pode mais conviver com processos secretos e que “há evidente interesse da sociedade em saber as razões pelas quais, por exemplo, se determina a prisão de um ex-ministro de Estado”. Afirmou ainda que a decisão da própria Justiça deve ser fiscalizada pela sociedade.
“Ninguém em particular tem o poder de impedir o avanço das investigações. A sinalização da impossibilidade de obstrução dos processos penais é claríssima. Há uma consciência coletiva sobre a imprescindibilidade do avanço da Lava-Jato, e ela serve de vigília para que o Judiciário, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal prossigam no seu dever”, afirma o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Brito.
Até Moro já confidenciou a interlocutores ser improvável que os trabalhos da Lava-Jato em Curitiba terminem ainda este ano. Parte das investigações que envolvem o ex-presidente Lula retornaram ao juiz.
Em Pernambuco, a Operação Turbulência investiga um esquema ilegal que pode ter financiado a campanha de Eduardo Campos (PSB), ex-governador do estado e candidato à Presidência em 2014, quando morreu num acidente aéreo. O esquema, que incluía o avião no qual Campos viajava, teria movimentado R$ 600 milhões. A ex-senadora Marina Silva, da Rede, provável candidata à Presidência em 2018, foi vice na chapa de Campos e chegou a liderar as intenções de voto na corrida presidencial, logo após a tragédia.
Fontes: Verdade Gospel e O Globo.

Compra de medicamentos é nova fonte de fraudes na Petrobras

Imagem: DivulgaçãoO Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a compra irregular de medicamentos por funcionários da Petrobras que lesou a empresa em R$ 6 milhões por mês. A denúncia foi divulgada neste domingo (26) pelo Fantástico, da TV Globo. O programa de compra de remédios, benefício concedido a 300 mil pessoas, representava um gasto de R$ 20 milhões (30% deles sob suspeita de fraude).
A compra só podia ser feita pelo beneficiário, em farmácias credenciadas, com receita em seu nome e cartão do plano de saúde da empresa. Foram identificadas mais de 13 mil receitas irregulares em seis meses. Em razão dos desvios, o programa foi suspenso em setembro.
Ao Fantástico, a estatal petrolífera informou que os funcionários que cometeram irregularidades podem perder seus cargos e ter de ressarcir a empresa dos valores gastos indevidamente.
Fontes: Verdade Gospel e Istoé.

Delúbio Soares e Bumlai participam de acareação

Imagem: Divulgação
Delúbio é acusado de lavagem de dinheiro em processo que envolve mais oito pessoas.
O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Delúbio Soares e o pecuarista José Carlos Bumlai vão participar de uma acareação nesta segunda-feira (27), em virtude de um processo da Operação Lava Jato. Bumlai participará por videoconferência por São Paulo e Delúbio em Curitiba, na Justiça Federal.
Antes da acareação, por volta das 14h, Bumlai será ouvido pelo juiz Sérgio Moro como testemunha de acusação em um processo que tem Delúbio como um dos réus.
A acareação foi um pedido da defesa de Delúbio Soares. Ele nega a narrativa de Bumlai de que o ex-tesoureiro tenha participado de reunião em que foi negociado empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin para Bumlai. Segundo o pecuarista, o destinatário final era o PT. A acusação sustenta que ele intermediou o empréstimo que Bumlai diz ter recebido do Banco Schahin e repassado ao PT.
Dos R$ 12 milhões, segundo o MPF, o empresário Ronan Maria Pinto recebeu R$ 6 milhões – ele também é réu no processo.
De acordo com o MPF, o empréstimo foi pago por meio da contratação do Grupo Schahin como operador do navio-sonda Vitória 10.000, pela Petrobras, em 2009, ao custo de US$ 1,6 bilhão.
Ainda conforme as investigações, em depoimento ao Ministério Público Federal, Marcos Valério, operador do mensalão, afirmou que parte do empréstimo obtido por Bumlai era destinado Ronan Maria Pinto, que extorquia dirigentes do PT. O MPF afirma não ter provas, até o momento, que expliquem os motivos da extorsão.
O dinheiro, segundo a acusação, tinha como fim a compra de ações do jornal “Diário do Grande ABC”. O MPF diz que o objetivo de comprar ações era, segundo Marcos Valério, porque o jornal estava ligando Ronan Maria Pinto a denúncias da morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel.
Fontes: Verdade Gospel e G1.

Delação da Odebrecht tem revelações sobre blogs favoráveis ao PT

Imagem: DivulgaçãoNo acordo de delação premiada da Odebrecht existem também itens de menor potência. Entre os cerca de 90 temas que os advogados negociam com os procuradores, consta um capítulo sobre pagamentos aos blogs que faziam a defesa dos governos Lula e Dilma Rousseff e do PT. Além de verbas públicas, a turma também recebia das empresas envolvidas na Operação Lava Jato.
Fontes: Verdade Gospel e ÉPOCA.

PGR investiga se Renan recebeu propina no exterior

Imagem: ReproduçãoA Procuradoria-Geral da República investiga se o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu propina no exterior, referente a um negócio da Petrobras na Argentina. Segundo o jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira, o inquérito é sigiloso e foi assinado pela vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, em novembro do ano passado.
Essa é a primeira frente de investigação da Lava Jato que relaciona Renan a um possível recebimento de vantagem indevida também fora do país. Até agora, o senador foi apontado como beneficiário do esquema de corrupção instalado na Petrobras por meio de doações legais ou dinheiro em espécie.
Segundo o jornal, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) também são investigados no mesmo inquérito. “O repasse de vantagem pecuniária indevida a Renan Calheiros, Jader Barbalho e Aníbal Gomes, por meio de valores em espécie no Brasil ou transferências para contas bancárias no exterior, pode configurar os crimes de corrupção passiva qualificada e de lavagem [de dinheiro]”, diz o documento.
A investigação tem como base a delação premiada do lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Em seu depoimento à força-tarefa da Lava Jato, Baiano afirmou que a Petrobras vendeu sua participação acionária na empresa argentina Transener mediante o pagamento de propina pelo lobista Jorge Luz. Segundo o delator, houve pagamento de propina para que a Petrobras efetuasse a venda a empresários argentinos porque o negócio estava acertado com os americanos.
Baiano disse que Jorge Luz repassou os valores ao “pessoal do PMDB” no Brasil pelo fato de eles serem os responsáveis por manter, naquela época, Nestor Cerveró na diretoria da área de Internacional da Petrobras.
Ainda de acordo com Baiano, o então ministro argentino Julio de Vido e o ex-ministro argentino Roberto Dromi participaram da operação. O delator não soube confirmar, no entanto, se eles receberam propina – mas desconfia que Dromi tenha recebido por ter costurado o negócio.
De acordo com a Folha, a Polícia Federal levantou os registros de entrada e saída do país de Jorge Luz e o filho dele, Bruno Luz, além de outros envolvidos no negócio. Os investigadores também buscam por contas no exterior ligadas a esses personagens.
A PF identificou que Cerveró foi à Argentina quatro vezes em 2006 e 2007 antes de o negócio ser concretizado. Em 26 de março de 2006, ele participou, inclusive, de uma reunião com o então ministro Julio de Vido, do governo Néstor Kirchner. Por sua vez, Jorge Luz viajou para Buenos Aires em 10 de março de 2006. Ele e o filho também viajaram com frequência para Miami, Europa e, no caso de Bruno, ao Panamá em 2013. O país é conhecido por ser um paraíso fiscal.
Por meio de nota, enviada à Folha, o presidente do Senado reafirmou que “como nas demais ocasiões, não recebeu vantagens de quem quer que seja” e que “a possibilidade de se encontrar algum recurso sem origem justificada nas contas do senador é zero”.
Aníbal Gomes disse que refuta as acusações e prestará os esclarecimentos às autoridades no momento certo.
Procurado, Jader Barbalho não foi encontrado. Ele já havia dito que não conhece Fernando Baiano e que nunca recebeu “nenhum centavo”. Também não responderam ao contato do jornal a defesa de Jorge Luz e de seu filho Bruno Luz.
Quando a delação de Baiano veio a público, Julio de Vido afirmou que não conhecia o delator nem Jorge Luz e que não sabe como eles podem ter ajudado na transação, segundo o jornal.
Fontes: Verdade Gospel e Veja.

25.6.16

ECONOMIA 
As Melhores Ações da Bolsa 


Dedicamos uma equipe de analistas a vasculhar as mais de 300 ações da Bolsa em busca das grandes oportunidades do mercado.
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Oferecemos uma chance real de multiplicação do seu dinheiro na Bolsa. Mas também movimentos defensivos a fim de protegê-lo, dependendo da situação.
Trata-se de um serviço que oferece uma carteira que já nasceu vencedora, com ações que apresentam lucros consistentes e podem transformar a sua vida financeira para sempre.

Fonte: Empiricus

Dono da UTC, Ricardo Pessoa, é condenado a 8 anos pela Lava Jato

Lucio Bernardo Junior/ Câmara dos Deputados
O acordo de delação foi assinado por Ricardo Pessoa e o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, em maio de 2015, e foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki no dia 23 de junho do mesmo ano.
Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC Engenharia, foi condenado a 8 anos e 2 meses de prisão em ação penal originada a partir da Operação Lava Jato. Ele foi condenado por corrupção e pertinência à organização criminosa.
A pena dele deverá ser cumprida em regime aberto diferenciado, que implica proibição de viajar ao exterior, de mudar de domicílio e de se ausentar por mais de 15 dias sem a autorização da Justiça. Ele deve apresentar relatórios semestrais sobre suas atividades.
A defesa de Ricardo Pessoa considerou a sentença justa, uma vez que absolveu por lavagem de dinheiro e levou em consideração fatos incontroversos da colaboração.
O empreiteiro é delator na Lava Jato, acordo de delação foi feito em Brasília porque Ricardo Pessoa citou pessoas com foro privilegiado. A sentença do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, é de quinta-feira (23).
Pessoa foi preso na 7ª etapa da operação, em novembro do 2014, junto com diversos executivos e ex-executivos de construtoras. Ele foi solto em abril de 2015 para cumprir prisão domiciliar.
O doleiro Alberto Youssef,  o empresário Márcio Andrade Bonilho e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa também eram réus nesta mesma ação penal.
Para Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, Moro extinguiu o processo, sem julgamento de mérito, por ambos têm condenação pelos mesmos crimes em outra ação penal.
Márcio Andrade Bonilho foi absolvido do crime de corrupção, de acordo com o juiz, por ausência de prova. Ele era o sócio responsável pela administração da importadora Sanko-Sider.
Segundo as investigações, Ricardo Pessoa era o chefe do clube VIP das construtoras que formaram um cartel para assumir contratos bilionários da Petrobras.
As empresas ajustavam previamente qual delas iria vencer as licitações, manipulando os preços. Com o superfaturamento, pagavam propinas. Havia uma espécie de regulamento, como em um campeonato de futebol, para que as obras na Petrobras fossem divididas de acordo com o interesse de cada empresa.
Fontes: Verdade Gospel e Veja.

24.6.16

Reino Unido decide sair da UE e primeiro-ministro renuncia

Robert Thom /The Prime Minister’s OfficeCom 52% dos votos a favor e 48% contra, o Reino Unido decidiu deixar a União Europeia (UE) depois de 43 anos. O resultado do referendo realizado nessa quinta-feira (23) foi divulgado nas primeiras horas da manhã desta sexta (24).
Em declaração ao país, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou a sua demissão. Ele deve deixar o cargo em outubro.
Cameron sempre se posicionou favoravelmente à permanência do Reino Unido na UE e, durante os meses que antecederam o referendo, afirmou que o Brexit – união das palavras Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída, em inglês) – poderia trazer graves consequências econômicas para o país.
“O povo britânico votou para deixar a União Europeia, e sua vontade deve ser respeitada. A vontade do povo britânico é uma instrução que deve ser entregue. Será necessária uma liderança forte e empenhada”, disse David Cameron, ressaltando que outra pessoa deve liderar o processo de transição.
A taxa de participação no referendo foi de 71,8%, a maior em votações no Reino Unido desde 1992.
Nigel Farage, líder do partido Ukip e defensor do Brexit, afirmou ser o “dia da independência” do Reino Unido.
A Inglaterra e País de Gales votaram fortemente a favor da saída, enquanto cidadãos da Escócia e da Irlanda do Norte optaram pela permanência no bloco. Em Londres, 60% dos votos foram pela permanência na UE. No entanto, em todas as outras regiões da Inglaterra, a maioria votou pela saída.
O Reino Unido é o primeiro país a sair da União Europeia desde a sua criação, mas a decisão não significa que ele deixará imediatamente de ser membro da UE. Esse processo pode demorar dois anos, de acordo com o Tratado de Lisboa.
“Os tratados deixam de ser aplicáveis ao Estado em causa a partir da data de entrada em vigor do acordo de saída ou, na falta deste, dois anos após a notificação, a menos que o Conselho Europeu, com o acordo do Estado-Membro em causa, decida, por unanimidade, prorrogar esse prazo”, diz o Artigo 50 do Tratado de Lisboa.
Após o resultado do referendo, a libra caiu para o nível mais baixo em relação ao dólar desde 1985.
Em declaração hoje de manhã, Mark Carney, o governador do Banco da Inglaterra, prometeu a liquidez necessária às instituições para que a crise política que começa agora, com a saída de David Cameron, não se torne uma crise financeira.
Carney garante que há 250 bilhões de libras em fundos para assegurar o funcionamento dos mercados.
Fontes: Verdade Gospel e Exame.

Esquema no Ministério do Planejamento abastecia o caixa dois do PT

Imagem: DivulgaçãoO esquema de corrupção montado no Ministério do Planejamento durante a gestão de Paulo Bernardofoi usado para abastecer o caixa do Partido dos Trabalhadores, segundo os autos do inquérito da Operação Custo Brasil deflagrada nesta quinta-feira. Entre os destinatários da propina, aparecem os nomes dos ex-tesoureiros do PT Paulo Ferreira e João Vaccari Neto (um sucedeu ao outro no cargo) e do ex-vereador petista Alexandre Romano, o Chambinho, que fechou acordo de delação premiada com a Lava Jato e cujos depoimentos fundamentam a operação de hoje. De acordo com as apurações, os três eram responsáveis por arrecadar dinheiro em nome do partido. Os tesoureiros tiveram a prisão preventiva decretada, junto com a do ex-ministro, pela 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.
O objeto principal da operação é um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Consist e o Ministério do Planejamento, em 2010. A empresa em questão prestaria assessoria na gestão de empréstimos consignados concedidos a servidores da pasta. Como taxa de administração, os funcionários pagavam à Consist 1 real em cada parcela mensal, enquanto o custo real seria de 30 centavos, conforme os investigadores. Esse sobrepreço, que teria alcançado a cifra de 100 milhões de reais entre 2010 e 2015, era repassado para o bolso de políticos, como os ex-ministros Paulo Bernardo eCarlos Gabas, operadores do esquema e, principalmente, para o PT, por meio de dezenas de empresas-fantasmas.
O dinheiro endereçado ao partido foi intermediado inicialmente pela empresa de fachada CRLS Consultoria e Eventos, depois pela PolitecTecnologia da Informação, e, por fim, pela Jamp – as três teriam sido indicadas por Vaccari. Esta última é ligada ao lobista – e agora delator – Milton Pascowitch, que já disse à Lava Jato ter entregue dinheiro em espécie na sede do PT. Diretores da Consist relataram aos investigadores que “não houve qualquer prestação de serviço” correspondente aos pagamentos. O valor recebido por essas empresas foi de pouco mais de 10 milhões de reais em prol do PT.
Segundo os autos, após deixar o cargo de tesoureiro, Paulo Ferreira teria orientado Romano a “tratar do tema Consist” com Vaccari Neto, que havia assumido o seu lugar. Um dos argumentos que baseiam o pedido de prisão de Ferreira é que ele teria tentado “interferir” no depoimento de Pascowitch à força-tarefa da Lava Jato, “afinando [com ele] o discurso”, o que caracteriza, portanto, tentativa de obstrução das investigações.
Alexandre Romano, por sua vez, teria indicado para os repasses as empresas NSG TI Solution, SWR Informática, Instituto João Baptista Romano, Logix 8 Participações, Link Consultoria Empresarial, SX Comunicação e Portanova e Advogados Associados. Segundo o inquérito, parte do dinheiro era remetido a ele “por sua atuação como lobista junto ao Partido dos Trabalhadores”. Em coletiva, o procurador da República Andrey Borges afirmou que 80% da propina destinada a Romano ficava com o PT. Não é possível precisar o valor total do esquema recebido pelo partido, pois o dinheiro passava pela conta de diversas empresas até chegar ao seu destino final.
Paulo Bernardo — Em relação aos pagamentos feitos ao ex-ministro Paulo Bernardo, as evidências colhidas pelos investigadores são mais claras. A PF identificou, por meio de cerca de 100 notas fiscais apreendidas, um repasse de 7.170.031,74 reais para o escritório do advogado Guilherme Gonçalves, que prestava assessoria jurídica às campanhas da senadora Gleisi Hoffmann (PT-RR), mulher de Paulo Bernardo. Oitenta por cento desse valor seria destinado a pagar despesas do ex-ministro, como, por exemplo, a renumeração de um assessor, do motorista e do próprio advogado.
Segundo a procuradoria, o acerto inicial era de que Paulo Bernardo receberia 9,6% do total do faturamento da Consist. Quando ele deixou o Ministério do Planejamento, em 2011, para assumir o das Comunicações, a propina destinada a ele foi reduzida para 4,8%, e entre 2014 e 2015, diminuiu novamente para 2,9%. Quem teria assumido o seu posto como mantenedor do esquema foi o então secretário de Gestão do Planejamento, Valter Correia da Silva, também preso hoje, que no ano passado deixou o cargo para ser secretário de Gestão do prefeito Fernando Haddad (PT). Nesta quinta, ele pediu exoneração para se defender no caso.
Fontes: Verdade Gospel e Veja.

‘Máfia dos shows’ pode ter desviado mais de R$ 100 mi; PF investiga

Imagem: DivulgaçãoO Ministério Público Federal e a Polícia Federal estão investigando um esquema que desvia verbas e frauda a compra e a venda de shows públicos de grandes artistas, em diversas cidades brasileiras. Os desvios podem passar da casa dos R$ 100 milhões, segundo reportagem do portal UOL.
O dinheiro obtido através de fraudes corresponde a contratação de artistas e ao superfaturamento de cachês ou infraestrutura. Tudo isso teria ocorrido nos últimos três anos. A Justiça já bloqueou R$ 15 milhões oriundos desses eventos, a pedido do MPF, só no interior de São Paulo.
As investigações estão em curso em São Paulo, no Rio de Janeiro, Pernambuco, Amazonas, Bahia, Pará, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, mas devem ser ampliadas em todo o país.
Thiago Lacerda Nobre, chefe da Procuradoria da República em São Paulo, foi quem teve a ideia de iniciar as investigações no setor.
“Quando viajava a trabalho pelo interior de São Paulo comecei a perceber que algumas cidades minúsculas estavam fazendo eventos com artistas de renome nacional, cujos cachês eram caríssimos. Começamos a investigar porque não havia como aquelas cidades bancarem tantos shows e festas de peão. Acabamos descobrindo uma série de irregularidades, que envolviam não só as cidades, mas até o governo federal, que era fraudado por meio de convênios culturais”, afirmou ele, em entrevista ao UOL.
Ainda de acordo com a reportagem, Zeca Pagodinho é um dos artistas já condenados a ressarcir os cofres públicos. A empresária do sambista confirmou a condenação, mas nega irregularidades e disse que os advogados de Zeca vão recorrer. A apresentação em questão aconteceu em Brasília.
Fontes: Verdade Gospel e Notícias ao Minuto.

Após delação, Nestor Cerveró deixa a prisão para cumprir pena em casa

Wilson Dias/Agência BrasilO ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, que estava detido desde 2015 pela Lava Jato, deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) por volta das 8h40 desta sexta-feira (24) e passa a cumprir a pena em casa.
O benefício de prisão domiciliar foi obtido graças ao acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF), e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki.
Durante o período, ele será monitorado por tornozeleira eletrônica e terá que cumprir regras como, por exemplo, não deixar o país. O equipamento foi instalado na quinta-feira (23).
Da carceragem da PF, o ex-diretor seguiu para o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. De lá, ele seguirá em um voo comercial para a casa da família, em Itaipava, no Rio de Janeiro. No avião e na chegada ao Aeroporto do Galeão, Cerveró será escoltado pela PF.
Cerveró já foi condenado pela Lava Jato em duas ações penais a 27 anos e quatro meses de prisão e responde por crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Contudo, por conta da delaçao, ele poderá cumprir no máximo 25 anos. O ex-diretor é reú em outros dois processos.
O acordo de delação prevê que o ex-diretor devolva mais de R$ 17 milhões aos cofres públicos em razão dos crimes cuja autoria assumiu durante as investigações da Lava Jato.
De acordo com a Polícia Federal (PF)  e com o MPF, Cerveró, na condição de diretor Internacional da Petrobras, se beneficiou do esquema de fraude, corrupção e desvio de dinheiro, recebendo propinas milionárias em virtude de diferentes contratos da Petrobras e também na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
A deleção dele foi homologada após a divulgação de uma gravação feita numa reunião do senador Delcídio do Amaral com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho de Cerveró, Bernardo. Diogo Ferreira teve a prisão temporária convertida para preventiva.
Cerveró declarou no depoimentos de delação, em dezembro de 2015, que mantinha proximidade com Delcídio desde quando o senador trabalhava na Petrobras. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, Delcídio chegou a ocupar a diretoria de Gás e Energia.
Segundo o delator, o senador recebeu propina em pelo menos dois contratos firmados entre multinacionais e a estatal brasileira.
O ex-diretor da Petrobras disse que em uma das oportunidades recebeu entre US$ 600 mil e US$ 700 mil de propina. Ele acredita que Delcídio tenha recebido uma propina maior, já que era superior hierárquico na diretoria de Gás e Energia.
A proximidade entre os dois permaneceu com a eleição de Delcídio para o Senado e com a ascensão de Lula à presidência. Segundo Cerveró, em 2006 o senador o procurou para lhe ajudar a angariar US$ 2,5 milhões de propina. O valor seria usado para a campanha de Delcídio o governo de Mato Grosso do Sulx.
No dia do depoimento, a defesa do senador Delcídio Amaral preferiu não se manifestar sobre o assunto.
Confira os valores que Cerveró terá que devolver
Veja abaixo o que o ex-diretor da Petrobras se comprometeu a devolver aos cofres públicos:
– R$ 825 mil que estão em fundos de investimento (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);
– Transferência imediata de 10.266 ações da Petrobras à empresa;
– 1 milhão de libras esterlinas em contas em Londres (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);
– US$ 495 mil em contas sob controle da offshore Russel em Nassau, Bahamas (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União);
– R$ 6 milhões em dinheiro (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até o dia 1º de janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;
– R$ 400 mil em dinheiro (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até 30 de junho de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá duzentos e vinte e dois hectares da Fazenda Serra da Estrela, em Teresópolis (RJ);
– R$ 2,4 milhões (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um segundo imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;
– R$ 700 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União) até 1º de janeiro de 2017. Caso não cumpra o prazo, perderá um terceiro imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro;
– R$ 200 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União). Caso não cumpra o prazo, perderá um terreno de 1 mil m² quadrados no Rio de Janeiro;
– R$ 900 mil (80% do valor para a Petrobras e 20% para a União). Caso não cumpra o prazo, perderá um quarto imóvel que pertence a ele no Rio de Janeiro.
Fontes: Verdade Gospel e G1.